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Professor de Física e Matemática na escola SESI - CE- 228 em Botucatu.Professor na UNIBR e Faculdade galileu Botucatu Mestre em Educação - FE - USP e Licenciatura em Física - FCT - UNESP

2 de fevereiro de 2016

Physicists investigate the structure of time, with implications for quantum mechanics and philosophy Read more at: http://phys.org/news/2016-02-physicists-implications-quantum-mechanics-philosophy.html#jCp

(Phys.org)—Although in theory it may seem possible to divide time up into infinitely tiny intervals, the smallest physically meaningful interval of time is widely considered to be the Planck time, which is approximately 10-43 seconds. This ultimate limit means that it is not possible for two events to be separated by a time smaller than this. But now in a new paper, physicists have proposed that the shortest physically meaningful length of time may actually be several orders of magnitude longer than the Planck time. In addition, the physicists have demonstrated that the existence of such a minimum time alters the basic equations of quantum mechanics, and as quantum mechanics describes all physical systems at a very small scale, this would change the description of all quantum mechanical systems. The researchers, Mir Faizal at the University of Waterloo and University of Lethbridge in Canada, Mohammed M. Khalil at Alexandria University in Egypt, and Saurya Das at the University of Lethbridge, have recently published a paper called "Time crystals from minimum time uncertainty" in The European Physical Journal C. "It might be possible that, in the universe, the minimum time scale is actually much larger than the Planck time, and this can be directly tested experimentally," Faizal told Phys.org. The Planck time is so short that no experiment has ever come close to examining it directly—the most precise tests can access a time interval down to about 10−17 seconds. Nevertheless, there is a great deal of theoretical support for the existence of the Planck time from various approaches to quantum gravity, such as string theory, loop quantum gravity, and perturbative quantum gravity. Almost all of these approaches suggest that it is not possible to measure a length shorter than the Planck length, and by extension not possible to measure a time shorter than the Planck time, since the Planck time is defined as the time it takes light to travel a single unit of the Planck length in a vacuum. Motivated by several recent theoretical studies, the scientists further delved into the question of the structure of time—in particular, the long-debated question of whether time is continuous or discrete. "In our paper, we have proposed that time is discrete in nature, and we have also suggested ways to experimentally test this proposal," Faizal said. One possible test involves measuring the rate of spontaneous emission of a hydrogen atom. The modified quantum mechanical equation predicts a slightly different rate of spontaneous emission than that predicted by the unmodified equation, within a range of uncertainty. The proposed effects may also be observable in the decay rates of particles and of unstable nuclei. Based on their theoretical analysis of the spontaneous emission of hydrogen, the researchers estimate that the minimum time may be orders of magnitude larger than the Planck time, but no greater than a certain amount, which is fixed by previous experiments. Future experiments could lower this bound on the minimum time or determine its exact value. The scientists also suggest that the proposed changes to the basic equations of quantum mechanics would modify the very definition of time. They explain that the structure of time can be thought of as a crystal structure, consisting of discrete, regularly repeating segments. On a more philosophical level, the argument that time is discrete suggests that our perception of time as something that is continuously flowing is just an illusion. "The physical universe is really like a movie/motion picture, in which a series of still images shown on a screen creates the illusion of moving images," Faizal said. "Thus, if this view is taken seriously, then our conscious precipitation of physical reality based on continuous motion becomes an illusion produced by a discrete underlying mathematical structure." "This proposal makes physical reality platonic in nature," he said, referring to Plato's argument that true reality exists independent of our senses. "However, unlike other theories of platonic idealism, our proposal can be experimentally tested and not just be argued for philosophically." Explore further: Looking at quantum gravity in a mirror More information: Mir Faizal, et al. "Time crystals from minimum time uncertainty." The European Physical Journal C. DOI: 10.1140/epjc/s10052-016-3884-4. Also at arXiv:1501.03111 [physics.gen-ph] Read more at: http://phys.org/news/2016-02-physicists-implications-quantum-mechanics-philosophy.html#jCp

1 de fevereiro de 2016

Vida no Uinverso? A astrobiologia pode responder!

ASTROBIOLOGIA
Astrobiologia é uma área de pesquisa que se preocupa em estudar origem, evolução distribuição e futuro da vida, seja na Terra ou, eventualmente, fora dela. A Astrobiologia como se conhece hoje evoluiu da Exobiologia, campo de pesquisa surgido na NASA no contexto da corrida espacial, durante a Guerra Fria, e que propunha a buscar vida fora da Terra. Uma das grandes preocupações da época era a possivel existência de microorganismos patogênicos nestes ambientes que, uma vez trazidos para a Terra, poderiam causar uma grande pandemia. Por não ter encontrado nenhuma evidência conclusiva de vida fora da Terra após diversas missões espaciais, como as sondas Vikking 1 e 2, lançadas pela NASA para Marte na década de 70, a comunidade científica passou a se perguntar se não haviam encontrado vida por de fato ela não existir fora de nosso planeta ou se por não sabermos como, onde e o que procurar. Em adição, o objeto de estudo da Exobiologia, a vida extraterrestre, era objeto de crítica de grande parte da comunidade científica. Como os fatos indicavam para a não existência de vida em outro lugar, a Exobiologia seria uma ciência sem um objeto de estudo, o que tornou essa área de pesquisa difícil de justificar e financiar. Por todas essas questões, a NASA decidiu, em 1998, substituir o programa de Exobiologia, pelo de Astrobiologia. A Astrobiologia, por sua vez, tem como um de seus objetivos entender melhor a vida na Terra e sua conexão com os fenômenos cósmicos, como modelo para o entendimento da sobre uma possível vida extraterrestre. Além disso, a Astrobiologia visa entender os processos que levaram à origem da vida na Terra e que podem levar à origem em outros planetas, bem como a resposta dos organismos vivos à evolução do sistema planetário. As perguntas tratadas pela Astrobiologia não são novas e já vêm sendo estudadas há muito tempo. A inovação da Astrobiologia foi relacionar essas perguntas e colocá-las sobre uma perspectiva multidisciplinar e integrativa. Desta forma, astronomos, biólogos, físicos, químicos, cientistas planetários, geólogos entre outros podem interagir para trabalhar nestas perguntas, que dificilmente seriam respondidas pelas disciplinas isoladamento. No Brasil, trabalhos relacionados com Astrobiologia vêm sendo realizados individualmente há décadas, porém apenas nos últimos anos esse trabalho começou a ser organizado de maneira coesa em torno do tema. Em 2006 ocorreu o I Brazilian Workshop on Astrobiology, que reuniu a comunidade científica interessada no tema. Em 2011, a Sao Paulo Advanced School of Astrobiology, financiada pela Fapesp e pela USP, e a criação do Núcleo de Pesquisa em Astrobiologia da USP permitiu um grande avanço na organização da comunidade científica brasileira. Paralelamente, diversas iniciativas individuais ou regionais continuam sendo realizadas, de forma que é inegável que a área está difundida e em rápida expansão por grande parte do país. Nesses anos, recebemos muitas perguntas de alunos e interessados em geral, sobre Astrobiologia, como estudá-la e qual o espaço para atuação no país. Listaremos algumas perguntas e as respectivas respostas abaixo, na esperança de ajudar e motivar a futura geração de cientistas a atuar no tema. O banco de dados criado e disponibilizado pela RBA pode ser usado como uma meneira de pesquisar por professores, pesquisadores e alunos atuando no tema, mas a RBA e sua coordenação não se responsabilizam pela qualidade e veracidade da informação disponível nesse banco de dados, pois ela é de total responsabilidade do pesquisador que a forneceu em seu cadastro. Pergunta: Me interesso por astrobiologia e gostaria de direcionar meus estudos para o tema. Qual é a graduação mais adequada? Resposta: A Astrobiologia é uma área multidisciplinar e há espaço para pesquisadores com formações em praticamente todas as áreas de ciências exatas e biológicas e mesmo em humanidades, em que há diversos pesquisadores atuando em impacto social, político, religioso etc da vida extraterrestre, por exemplo. Ou seja, qualquer pessoa que deseje trabalhar em Astrobiologia deve procurar uma área de formação que a agrade e, dentro desta, uma linha de pesquisa que tenha interesse e que faça sentido no contexto da Astrobiologia. Procurar por pesquisadores trabalhando nessa área e os tipos de pesquisa que desenvolvem pode ajudar a direcionar os estudos. É importante lembrar que, em Astrobiologia, é fundamental ser capaz de fazer relações entre diferentes campos de pesquisa, por isso, desenvolver uma formação multidisciplinar, e sólida, é bastante útil. Alunos que estejam em cursos muito focados são recomendados a assistirem disciplinas de outros cursos. Obviamente, não é obrigatória a formação multidisciplinar, mas é bastante benéfico. Pergunta: Como se faz pesquisa em Astrobiologia? Resposta: Astrobiologia é uma área muito ampla, de forma que não faz muito sentido dizer que a pessoa "estuda Astrobiologia". Existem pessoas que se dedicam a uma área de pesquisa mais específica e que colocam sua pesquisa em contexto relevante para a Astrobiologia. Um exemplo que pode ilustrar isso são os micro-organismos extremófilos (que sobrevivem a condições ambientais extremas). Esses organismos são importantes para a Astrobiologia uma vez que nos ajudam a entender os limites da vida na Terra e como eles poderiam sobreviver a ambientes extraterrestres, não tão amenos quanto os da Terra. Esses organismos também são importantes para diversas aplicações industriais e biotecnológicas, para agricultura e ciências do solo, ecologia entre outros. Um pesquisador que trabalhe com algum extremófilo pode ou não se interessar por colocar essa pesquisa no contexto da Astrobiologia. O mesmo ocorre para diversos outros campos de pesquisas. Pergunta: Existe programa de pós-graduação em Astrobiologia? Resposta: No Brasil, nenhuma universidade tem, até o momento, um programa próprio de Astrobiologia em nível de pós-graduação. Algumas universidades, como a UEL (Londrina), dispõem de um curso de especialização para graduados. Outras oferecem apenas disciplinas específicas em nível de graduação ou pós-graduação. Usualmente, os alunos interessados em trabalhar com Astrobiologia fazem pós-graduação em programas regulares (como Astronomia, Microbiologia, Biotecnologia, Química etc) com projetos voltados à Astrobiologia. Para isso, é necessário achar um pesquisador com interesse pelo tema para que seja seu orientador (no mecanismo de busca deste site você encontrará membros da RBA que poderão se interessar em orientar projetos de pós-graduação) e propor um projeto de interesse para Astrobiologia. Esse esquema é o mesmo adotado pela maioria das universidades do mundo. Poucas universidades dispõem de programa de pós-graduação próprio em Astrobiologia, como a Penn State e a University of Washington, nos EUA. Normalmente, são oferecidas disciplinas específicas nos cursos regulares. Copyright © 2016 Rede Brasileira de Astrobiologia. Todos os direitos reservados. Joomla! é um software livre com licença GNU/GPL v2.0

31 de janeiro de 2016

Ensino de Física através da Biomecânica do Movimento

Estive pensando estes dias, como posso incentivar os alunos a aprender mais e de uma maneira que realmente aprendam e não simplesmente decorem o conteúdo. Pesquisei por meses a metodologia de ensino por projetos, transformando o aluno em agente ativo de seu aprender, desenvolvendo projetos relacionados ao seu cotidiano. Atualmente sou professor do Centro educacional SESI 228, Botucatu, escola que está lotada em um CAT, o que me inspira em relacionar o ensino de Física com a Educação Física e prática esportiva nas dependências do Centro Esportivo. Para iniciar esta discussão, vamos realizar neste primeiro ano do projeto, o ensino de Física focado em Biomecânica dos movimentos. Será que a moçada vai curir? Abaixo o resumo de um trabalho de Mestrado sobre Biomecânica de Movimentos e o Ensino de física de Patrícia Weishaupt Bastos, orientanda do professor Cristiano Rodrigues de Mattos do Instituto de Física da USP/SP ... "Neste trabalho pretendemos mostrar que através de um enfoque interdisciplinar podemos estabelecer relações entre os conhecimentos de física e os de biomecânica, particularmente enfocando os conhecimentos ligados ao esporte. Recorreremos às concepções de esporte dos estudantes para complexificar o conhecimento cotidiano, contribuindo assim para a construção de um conhecimento escolar que dê conta da vivência e dos interesses dos estudantes. Ressaltamos que os alunos já possuem a noção de que o esporte está relacionado a física. Mostraremos dados que nos fornecem as concepções prévias dos estudantes com relação à física e ao esporte, no qual podemos observar as dificuldades dos estudantes ao ligar o esporte e física sem o auxílio do professor. Deixamos claro que este trabalho é fruto de um levantamento de dados inicial para que futuramente construamos atividades que facilitem o ensino de mecânica através da relação entre física e esporte."

Teoria das cordas, parte 2 - Em busca da Teoria de Tudo!

Segunda parte da Teoria das cordas...aproveitem. mas antes volta a pedir que curtam a página e comentem os vídeos. É com a participação de todos que poderemos fazer deste blog um local de troca de ideias sobre ciência, não consumam apenas os conteúdos, mas vamos transformar realmente este espaço. Valeu...

30 de janeiro de 2016

TEORIA DAS CORDAS? UNIVERSOS PARALELOS?

Pessoal, aqui vai um vídeo que pode fazer você repensar tudo sobre a Física e o Universo. No final, comentem o vídeo...

BOAS VINDAS 2016!!!!

Olá pessoal, feliz 2016 para todos nós... Neste ano estou retomando as atividades no blog, coitado ficou parado mais de um ano, foram diversas variáveis que me fizeram dar essa pausa. Mas aqui estou novamente, retomo o blog, com o objetivo de divulgar a ciênncia e ir além, transformar este espaço em um espaço do aprender. venha comigo, vamos construir uma rede de saber... Meus alunos, amigos, parceiros, preciso que vocês tragam assuntos para que possamos dicutir aqui. Deixo aqui ainda um pedido mais que especial, não entre no blog e apenas leia os textos, mas participe ativamente, preciso que vocês se tornem seguidores do blog. Antes de ir embora, deixo uma dica....Em 2016 o nosso blog se tornou parceiro do Blog A Beleza da Física, da minha amiga e profesora de Física, Maria Clara Santarelli, pessoal vale a pena seguir este também, tem muita coisa boa para aprendermos lá também. Aqui vai o link para que possam visitar.....Não deixem para depois....Um abraço e um até breve.... AGORA VAI!!!!

9 de dezembro de 2014

O QUE É APRENDER A APRENDER ?

O que é Aprender a Aprender ? Compartilhando este texto que retirei do site: http://www.aprendaaaprender.com.br/o-que-e-aprender-a-aprender-2/ Todos deveriam ler... Psicopedagoga Clínica e Institucional
O que é aprender a aprender ? Aprendendo a Aprender O que é aprender a aprender ? Aprender é entender algo que não se entendia antes. Aprender a aprender é descobrir qual a melhor maneira de fazer isso.Qual a melhor maneira de entendermos alguma coisa? Depende da coisa. Aprender matemática é diferente de se aprender português, que é diferente de se aprender história ou ler um livro com uma história e enredo para a prova. Todavia, pouca gente sabe disso e estuda da mesma forma para todos. A grande maioria dos estudantes não sabe a diferença entre esses processos e o que é pior, nem sabem que existem diferenças entre eles.Diferenciar aprender e aprender a aprender é fundamental para entendermos o processo da nossa aprendizagem. Aprender é um processo espontâneo, até certo ponto, é verdade. Aprender a aprender não é um processo tão “natural ” assim. Aprender envolve processos quase espontâneos, consequentes de nossa maturidade cognitiva e física, como engatinhar, andar ou falar, por exemplo.Por isso, muitas vezes, achamos impossível realizá-lo em um determinado contexto. A sensação é a de que teríamos que entendê-lo através de um processo de “busca natural”. Contudo, se não conseguimos aprender algo, fica a sensação de que somos “obrigados” a abandoná-lo ou apelarmos para outros meios não muito éticos, se necessitamos dele para avançarmos em nossos estudos. Aprendemos quando descobrimos algo.Todavia, não podemos confundir o “descobrir” com o “decorar” ou “captar” informações. Podemos decorar um conteúdo ou captar informações sobre ele sem ter descoberto o que fazer com isso, ou mesmo qual a sua utilidade. É o famoso jargão do estudante do ensino fundamental e médio -em muitos casos, de graduados e pós-graduados – : “ o que vou fazer com isso ?” ou “ para quê estudar isso ?” Falaremos mais sobre esse ponto em outro momento. Por ora, vamos nos aprofundar mais no processo de aprender a aprender. Aprender a aprender não é um processo tão “natural ” como o aprender. Aprender a aprender é descobrir qual a melhor estratégia para que possamos realizar o processo de entender o que não entendiamos antes. Por isso, se torna um processo reflexivo que requer um autoconhecimento mínimo, metacognitivo, sobre o que sabemos e sobre como aprendemos o que sabemos e como faremos para aprender o que não sabemos. Sendo assim, para que o processo de aprendizagem aconteça precisaremos ser capazes de desenvolver nossas percepções sobre quais são os nossos desejos, motivações, vontades, necessidades, ambições etc. Certamente, tudo isso influenciará no seu modo de “descobrir” algo, portanto, aprender. Aprender a aprender é um processo reflexivo, que envolve esforço para o autoconhecimento através da Metacognição.Não é um processo espontâneo acompanhado apenas pela ação de captar uma informação ou decorar algo.Aprender a aprender é pensar sobre qual foi a melhor maneira de aprender, é descobrir algo que você não sabia antes. Aprender sobre quais os são os tipos de estratégias de aprendizagem para estudar e aprender, estudar melhor, estudar para matemática, estudar para português, como estudar sozinho. Isso é fundamental para seu sucesso ! Por Bárbara Santos